Faixa publicitária

PostHeaderIcon Actividade

PostHeaderIcon Grande Manifestação Nacional 10 de Julho

Panfleto para descarregar e distribuir em formato pdf (2Mbytes)

Itinerários para a organização em formato PDF

 

Informação sobre os itinerários do transporte.

 

Actualizado em (Quarta, 16 Julho 2014 12:45)

Continuar...

 

PostHeaderIcon Revolução do 25 de Abril, Obreiros e defensores do processo!

Actualizado em (Sábado, 28 Junho 2014 23:06)

 

PostHeaderIcon A Juventude entrega Constituição ao 1.º Ministro

 

Actualizado em (Domingo, 06 Julho 2014 15:46)

 

PostHeaderIcon Grande Manifestação no Porto - 14 de Junho

Itinerários (informação)

Manifesto em formato PDF em distribuição (1,6 Mbytes)

Itinerários (informação)

 

 

Actualizado em (Quinta, 19 Junho 2014 16:45)

 

PostHeaderIcon Solidariedade com o Presidente da APG

Solidariedade com o Presidente da APG

A decisão do anterior Comandante da GNR, com a conivência do Ministro da Administração Interna, de aplicar 25 dias de suspensão, no seguimento de dois processos, ao Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), constitui uma inaceitável medida de coação psicológica sobre os profissionais da GNR.

Trata-se de um castigo que resulta de declarações expressas pelo Presidente da APG e nessa qualidade, o que transforma o castigo num acto prepotente de quem pela via punitiva pretende calar o enorme mal-estar que se vive na Instituição e que as últimas manifestações destes profissionais de forma bem expressiva vieram demonstrar.

A União dos Sindicatos de Aveiro relembra que o direito de associação, de liberdade de expressão e informação constituem uma das mais importantes conquistas do povo português com a Revolução de 25 de Abril, sobre a qual se comemora este ano o 40º aniversário, e que estão inscritos nos direitos fundamentais da Constituição da República Portuguesa.

A consumação do castigo ao Presidente da APG, que só foi possível com a conivência do Ministério da Administração Interna, por ter prestado declarações públicas como dirigente associativo é uma sanção clara à sua acção enquanto dirigente associativo e de censura do seu pensamento e intervenção e viola grosseiramente a Constituição da República Portuguesa.

A Comissão Executiva da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, repudia o castigo aplicado e não pode deixar de prestar a sua solidariedade ao Presidente da APG e a todos os que têm sido reprimidos pela acção do Governo, que convive muito mal, como já se verificou, com a liberdade de expressão e de manifestação, reiterando que esses profissionais saberão, em unidade e coesão, resistir à repressão do Governo e prosseguir a luta em defesa dos seus legítimos direitos e aspirações.

23 de Maio de 2014

 

A Comissão Executiva da

União dos Sindicatos de Aveiro

Actualizado em (Segunda, 07 Julho 2014 21:38)

 

PostHeaderIcon Por um Portugal com Futuro!

Ler mais, formato PDF para distribuição

Actualizado em (Domingo, 01 Junho 2014 10:18)

 

PostHeaderIcon GRANDIOSAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO EM AVEIRO

GRANDIOSAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO EM AVEIRO

 

ABRIL E MAIO DE NOVO

COM A FORÇA DO POVO!

 

Correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, concentraram-se hoje, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do 40º aniversário da comemoração do Dia Internacional do Trabalhador em liberdade.

Durante o percurso os manifestantes gritaram palavras de ordem como: Abril de novo com a força do povo; em Maio o povo vai votar para esta política derrotar; está na hora, está na hora do Governo ir embora; é preciso é urgente uma política diferente; defender a constituição é nossa obrigação; desemprego em Portugal é vergonha nacional; o povo unido jamais será vencido; lutar, lutar contra quem nos quer roubar; basta de roubos e mentiras queremos as nossas vidas; aumento salarial é imperativo nacional; este Governo hostil quer destruir Abril e lutar, resistir até o Governo cair.

Já no Largo do Rossio, Joana Dias, dirigente da Interjovem, reclamou mais respeito pelos direitos dos jovens trabalhadores, "que estão confrontados com um enorme desemprego, baixos salários, muita precariedade e emigração forçada" e afirmou que a luta vai continuar e cada vez mais forte. É pela luta que se criam as condições para derrotar o Governo e o programa de agressão.

Actualizado em (Domingo, 06 Julho 2014 15:58)

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