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Desemprego no distrito de Aveiro - > Abril 2024

(Documento em formato PDF, 406 Kbytes) actualizada em 02-07-2024


Mapa resumo do desemprego registado em 2023 no distrito de Aveiro.
Censos Distrito de Aveiro-2021

 

Actualizado em (Terça, 02 Julho 2024 17:20)

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PostHeaderIcon 12.º Congresso da União dos Sindicatos de Aveiro

 

ORGANIZAÇÃO, UNIDADE E LUTA!
COMBATER A EXPLORAÇÃO! - VALORIZAR OS TRABALHADORES E O DISTRITO!

AOS TRABALHADORES DO DISTRITO DE AVEIRO!


A União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN (USA/CGTP-IN), vai realizar o seu 12º Congresso, no dia 28 de Junho, na cidade de Aveiro

O 12º Congresso, momento alto do Movimento Sindical Unitário (MSU) do distrito de Aveiro, realiza-se num momento político complexo, devido ao resultado das eleições legislativas antecipadas que se realizaram no dia 10 de Março do corrente ano, da qual resultou a vitória da AD (PSD/CDS/PPM), a derrota do PS e o crescimento da votação nas forças mais reacionárias e de extrema-direita, com um conteúdo antidemocrático, ao serviço do capital e, objectivamente, contra os interesses e direitos dos trabalhadores.

A promoção da política de direita ao longo destes últimos anos, e de forma particular a sua imposição pela maioria absoluta do PS, gerou injustiças legitimou descontentamento e insatisfação face ao acumular de dificuldades por parte dos trabalhadores e do povo, o que, como se percebe, favoreceu o discurso demagógico.

Neste contexto político, só nos resta desenvolver a luta contra a política de direita, conscientes de que será a luta a impor a ruptura e a concretização de uma política alternativa inspirada nos valores de abril.

Partindo desta constatação, o 12º Congresso da União, vai discutir um conjunto de orientações e medidas, tendo por base designadamente:


• O aumento geral e significativo dos salários em pelo menos 15%, não inferior a 150 euros, para todos os trabalhadores, dos sectores público e privado;

• A fixação do salário mínimo nacional nos 1.000€, em 2024;

• A reposição do direito de contratação colectiva, revogando as normas gravosas da legislação laboral, como a caducidade, e repondo os princípios do tratamento mais favorável ao trabalhador e da renovação

automática das convenções;

• A redução do período normal de trabalho para as 35 horas semanais, para todos os trabalhadores, sem redução de salário e a rejeição da desregulação dos horários, designadamente, as adaptabilidades, os bancos de horas e os horários concentrados;

• Garantir que a adopção da semana de 4 dias, desde que, não se traduza no aumento da jornada de trabalho diária, na redução de remuneração, na promoção do trabalho por turnos ou da laboração contínua;

• Consagrar, no mínimo, 25 dias úteis de férias;

• O combate às tentativas patronais de generalização da laboração contínua, nocturna e por turnos e a garantia de dois dias de descanso semanal ao sábado e domingo, como regra.

Ao 12º Congresso, vai também estar colocada a tarefa da eleição da nova Direcção Distrital, para os próximos quatro anos.

Participa no Congresso dando nota das tuas propostas ao teu Sindicato ou à União dos Sindicatos de Aveiro.
Aveiro, Maio/2024

 

 

PostHeaderIcon Urge parar o massacre na Faixa de Gaza! Os povos precisam de Paz! Fim ao genocídio!

Urge parar o massacre na Faixa de Gaza! Os povos precisam de Paz! Fim ao genocídio!

 

A União dos Sindicatos de Aveiro esteve presente na acção de apelo à Paz no Médio Oriente e contra o genocídio do povo palestiniano, que se realizou hoje, dia 9 de Maio, no Largo da Estação, em Aveiro.

 

No último ano, com os sectores mais reacionários da sociedade israelita e o governo de Netanyahu, e o seu exercito, com a cumplicidade e apoio dos EUA, da UE e dos paises da NATO, está a proceder ao extermínio dos palestinianos.

O governo de Israel, numa mostra de cinismo atroz, exortou a população do norte de Gaza a sair das suas casas e a deslocarem-se para o sul do território e agora impede a entrada de comida e de água, matando-os à fome e à sede. O exercito de Israel invadiu Rafah, o sítio onde tinha prometido a segurança dos palestinianos nos últimos seis meses.

 

O momento exige uma forte resposta dos amantes da paz, de todos os democratas, de todos quantos se queiram juntar aos muitos actos de solidariedade com a Palestina e os palestinianos, como estamos a fazer aqui.

 

Exigimos que o Presidente da República e o Governo Português se posicionem ao lado da paz em consonância com o Direito Internacional, as inúmeras resoluções da ONU e o cumprimento da Constituição da República Portuguesa.

 

A Paz no Médio Oriente passa pelo cumprimento das resoluções da ONU e pelo fim da ocupação da Palestina por Israel, o reconhecimento ao direito histórico do povo palestiniano a construir o seu Estado independente e soberano, com as fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental.

PAZ SIM! GUERRA NÃO!

PALESTINA VENCERÁ!

 

PostHeaderIcon 1º MAIO 2024

1º MAIO 2024

 

NEM A CHUVA DEMOVEU

OS MILHARES DE PARTICIPANTES QUE DESCERAM A AVENIDA


No ano em que se comemorou o cinquentenário do 25 de Abril e se assinalam os 138 anos do massacre de Chicago, nos Estados Unidos da América, de que resultou o assassínio e a prisão de trabalhadores e sindicalistas, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, concentraram-se, hoje, pelas 15 horas, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador.

Tratou-se de uma manifestação animada, combativa e com força como comprovam as diversas palavras de ordem gritadas designadamente: “Maio está na rua, a luta continua; Mais salário melhores pensões; Queremos Paz, pão e o direito à habitação; Para o país avançar salários aumentar; Paz sim Guerra não!; Precariedade é injusta, os jovens estão em luta!; 35 horas - para todos sem demoras!; O público é de todos! Privado é só de alguns!; Liberdade sindical é direito constitucional!; Saúde, Educação e Segurança Social é direito universal!; Contratação sim! caducidade não!; É inter, é jovem, é Interjovem!”.

Já no Largo do Rossio, Mário Reis, dirigente da Interjovem, lembrou que os sucessivos governos falharam na garantia do bem estar da população o que empurrou milhares de jovens talentos formados à custa dos portugueses para o estrangeiro.

Terminou, exigindo um governo que, finalmente, impulsione o desenvolvimento de Portugal. O país precisa de políticas públicas que promovam o crescimento económico e a criação de real emprego para os jovens.

Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos de Aveiro, começou por saudar todos os trabalhadores que tem estado em luta pelo aumento dos salários e por direitos. Fez uma saudação particular à luta com o Lema: “A Rua Também é Palco” que vários artistas estão a realizar em defesa da cultura e contra o roubo que constituem o valor das licenças cobradas pela Câmara Municipal de Aveiro.

Saudou os trabalhadores em greve e presentes na manifestação da CEX, da Runningball, do Auchan, do Pingo Doce e do Intermache pela exigência do encerramento das grandes superfícies aos domingos e feriados, entre outros direitos.

Terminou, com o apelo à Paz, com a manifestação de solidariedade a todos os que são vitimas da guerra e apelou aos presentes para participarem na acção de solidariedade com a Palestina, com o Lema: “PAZ no Médio Oriente! Palestina Independente! Fim ao genocídio!” que se irá realizar no dia 9 de Maio, pelas 17:30 horas, no Largo da Estação, em Aveiro.

No final, foi aprovada uma Resolução, onde os presentes assumiram o compromisso de intensificar a luta reivindicativa nos seus locais de trabalho tendo por objectivos: O aumento geral e significativo dos salários para todos os trabalhadores, em pelo menos 15% com um mínimo de 150€, a valorização das carreiras e profissões, e o aumento do salário mínimo para 1.000€; a reposição do direito de contratação colectiva, com a revogação da caducidade bem como das restantes normas gravosas da legislação laboral, e a reintrodução plena do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador; a redução do horário para as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, contra a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos; o combate à precariedade nos sectores privado e público, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponda um contrato de trabalho efectivo; o aumento das pensões de reforma, de forma a repor e melhorar o poder de compra dos reformados e pensionistas; o reforço do investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da administração pública, para assegurar melhores serviços às populações.

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 1 de Maio de 2024

 

 

 

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PostHeaderIcon O Sr. Koslowski falta à manifestação

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PostHeaderIcon Momento Cultural

 

PostHeaderIcon Desfile 50º aniversário do 25 de Abril

Milhares de pessoas marcaram presença, em Aveiro, na manifestação do cinquentenário do 25 de Abril, que começou junto da Escola Dr. Mário Sacramento e terminou no Largo de Rossio.

 

PostHeaderIcon Desfile 50º aniversário do 25 de Abril

A Revolução de 25 de Abril de 1974 é um dos momentos mais altos da História de Portugal, a concretização da vontade colectiva de pôr fim aos 48 anos da ditadura fascista e à guerra colonial, acabar com o atraso em que o País se encontrava, erradicar as gritantes injustiças e desigualdades sociais, construir um regime de liberdade e democracia para a emancipação social e política dos trabalhadores e do povo e afirmar a soberania e a independência nacionais.

A CGTP-IN - a maior organização social do País -, quando se cumprem 50 anos do aniversário da Revolução dos Cravos, lembra a importância da vitória alcançada em 1974 sobre o regime fascista e as grandes lutas travadas para o conseguir.

Fazendo parte das diversas comemorações, está presente na Câmara Municipal de São João da Madeira até ao dia 22 de Março, a Exposição do 50º aniversário do 25 de Abril.