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Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Setembro de 2019

(Documento em formato PDF, 419 Kbytes) actualizada em 15-11-2019

Actualizado em (Sábado, 16 Novembro 2019 13:10)

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PostHeaderIcon Greve dos trabalhadores da Renault Cacia

 

Grande união e adesão à greve dos trabalhadores da Renault Cacia, contra o Assédio, Pressão, Repressão e por aumento de salário de 65€ para todos os trabalhadores. Comunicado em formato pdf do SITE-Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia, e Actividades do Ambiente do Centro Norte.

 

 

 

PostHeaderIcon APRESENTAÇÃO DE LIVRO DO AUTOR QUIM ALMEIDA

APRESENTAÇÃO DE LIVRO DO AUTOR QUIM ALMEIDA


No dia 19 de Junho, pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal de Aveiro, realizou-se a apresentação pública do livro O Movimento Operário e Sindical no Distrito de Aveiro (1900-2016)da autoria do sindicalista e ex. Coordenador da União dos Sindicatos de Aveiro, Quim Almeida, e que contou com a presença de mais de 60 pessoas e as intervenções de Adelino Nunes, Coordenador da União, Rui Mota, Editor da Página a Página, Manuela Silva, Professora de História, Joaquim Almeida, Autor e João Torres, da Comissão Executiva da CGTP-IN.

 

A apresentação deste livro é o culminar de um projecto que tinha como objectivo passar a escrito a história dos 40 anos da União mas que, com o empenho e resiliência do autor, acabou por ir muito para lá do objectivo inicial, ao alargar para 116 anos de História do Movimento Operário e Sindical no distrito de Aveiro e que, por isso mesmo, se irá transformar num importante instrumento para a formação de dirigentes, delegados e activistas sindicais do futuro.

 

Trata-se, efectivamente de uma reflexão inédita sobre a evolução do movimento operário e sindical no distrito de Aveiro, os momentos e os contextos políticos em que surgiu e se desenvolveu, partindo de quatro vertentes fundamentais: as Associações de carácter Popular e Mutualista; as Associações de Classe/ Sindicatos, que foram criados no distrito, desde 1900 até ao golpe de Estado de 28 de Maio de 1926; os Sindicatos Corporativos do período 1933; a actividade desenvolvida pela União dos Sindicatos de Aveiro CGTP-IN, desde a sua fundação em 1974, até ao X Congresso realizado em 25 de Maio de 2016.

 

Este é um livro, de grande utilidade tanto para a formação sindical, como igualmente, será um instrumento único de informação e deestudo para investigadores e historiadores, que tão pouco se têm debruçado sobre a História do Movimento Operário e Sindical do distrito de Aveiro.

 

Boa leitura!

 

União dos Sindicatos

Adelino Nunes

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O Movimento Operário e Sindical no Distrito de Aveiro (1900-2016)

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PostHeaderIcon AVANÇAR NOS DIREITOS! VALORIZAR OS TRABALHADORES!

Nossa Referência

73/2019

NOTA À IMPRENSA

1º MAIO 2019

AVANÇAR NOS DIREITOS! VALORIZAR OS TRABALHADORES!

No ano em que se comemorou o 45 aniversário do 25 de Abril e se assinala os 133 anos do massacre de Chicago, nos Estados Unidos da América, de que resultou o assassínio e a prisão de trabalhadores e sindicalistas, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, concentraram-se, hoje, pelas 15 horas, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador.

 

Tratou-se de uma manifestação animada, combativa e com força como comprovam as diversas palavras de ordem gritadas designadamente: “É Justo e necessário o aumento do salário!; Mais aumento salarial, menos pobreza laboral!; Precariedade é injusta, os jovens estão em luta!; 35 horas - para todos sem demoras!; Contra a exploração a luta é solução!; Direito à contratação está na Constituição!; O acordo laboral é bom para o capital!; O público é de todos! Privado é só de alguns!; É preciso investir pró país produzir!; Taxar o capital é urgência nacional!; 40 anos a descontar - reforma sem penalizar!; Mais salários - melhores pensões!; Saúde, Educação e Segurança Social é direito universal!; É inter, é jovem, é Interjovem!; O povo unido jamais será vencido!”.

 

Já no Largo do Rossio, João Ribeiro, dirigente da Interjovem, lembrou que Portugal mantém um nível muito baixo na qualidade do emprego e nos salários. Que, contra isso, a Interjovem irá continuar o combate à precariedade e a exigir aumento real dos salários.

Terminou, referindo que a juventude é a chama viva da Revolução e serão uma arma carregada de futuro que levará mais longe a luta, todos os dias nas empresas e nos locais de trabalho, para defender Abril, a democracia e a liberdade. Que no dia 26 de Maio levarão a luta até ao voto porque é preciso avançar nos direitos e num Portugal Soberano e com Futuro.

 

Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos de Aveiro, começou por saudar todos os que continuam a lutar pela emancipação social, económica e política, por melhores condições de vida e de trabalho e por um mundo novo, liberto da exploração do homem pelo homem.

Saudou os trabalhadores em greve do Pingo Doce na Feira, do Continente, de Santa Maria de Lamas e de São João da Madeira, entre outros, pela exigência do encerramento das grandes superfícies aos domingos e feriados.

Fez uma saudação muito fraterna à Cristina Tavares, trabalhadora corticeira, que com grande firmeza e determinação, continua a lutar pelo direito ao seu posto de trabalho e contra o assédio e a repressão patronal.

Terminou, afirmando que não há política de Esquerda com legislação do trabalho de direita, por isso, é tempo de Avançar nos direitos, Valorizar os Trabalhadores, de aprofundar a reposição e conquista de direitos e rendimentos, de assegurar o aumento geral dos salários e de fixar o Salário Mínimo Nacional em 850€, a curto prazo, de lutar por uma Política de Esquerda e Soberana, comprometida com os valores e ideais de Abril e por um Portugal com futuro.

No final, foi aprovada uma Resolução, onde os presentes assumiram o compromisso de intensificar a luta reivindicativa nos seus locais de trabalho tendo por objectivos: O aumento geral dos salários de todos os trabalhadores e a fixação, a curto prazo, do Salário Mínimo Nacional em 850 euros; A revogação das normas gravosas da legislação laboral e a rejeição da proposta de lei laboral do governo do PS; O combate à precariedade nos sectores privado e público, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponda um contrato de trabalho efectivo; As 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, contra a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos; O reforço do investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da administração pública, para assegurar melhores serviços às populações.

 

Decidiram, ainda, no dia 26 de Maio, nas eleições para o Parlamento Europeu, com o seu voto, impedir a eleição de deputados que defendem uma União Europeia, neoliberal, federalista e militarista. Os trabalhadores precisam de eleger mais deputados que defendam os seus direitos e interesses, contra as imposições e arbitrariedades da União Europeia, pelo que levarão a luta até ao voto, votando naqueles que sempre os apoiam, se solidarizam e estão de acordo com as suas reivindicações, anseios e lutas.

 

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 1 de Maio de 2019