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PostHeaderIcon Desemprego

Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Abril de 2018

(Documento em formato PDF, 522 Kbytes) actualizada em 20-06-2018

Para estudo e comparação:

- Censos Distrito de Aveiro-2001

- Censos Distrito de Aveiro-2011

Mapa resumo do desemprego registado em 2017 no distrito de Aveiro.

Documento em formato PDF, 246 Kbytes actualizada em 27-02-2018

 

Mapa resumo do desemprego registado em 2016 no distrito de Aveiro.

Documento em formato PDF, 246 Kbytes actualizada em 13-02-2017

 


Mapa resumo do desemprego registado em 2015 no distrito de Aveiro.

Documento em formato PDF, 246 Kbytes actualizada em 07-02-2016


 

Mapa resumo do desemprego registado em 2014 no distrito de Aveiro.

Documento em formato PDF, 246 Kbytes actualizada em 07-02-2015

 

 

Mapa resumo do desemprego registado em 2013 no distrito de Aveiro.

(Documento em formato PDF, 216 Kbytes)


 

Mapa resumo do desemprego registado em 2012 no distrito de Aveiro.

(Documento em formato PDF, 216 Kbytes)


 

Mapa resumo do desemprego 2011 no distrito de Aveiro.

(Documento em formato PDF, 214 Kbytes)

 

Poderá consultar o histórico das publicações da União dos Sindicatos de Aveiro, sobre o desemprego no Distrito de Aveiro. (aqui)

Actualizado em (Quarta, 20 Junho 2018 09:05)

 

PostHeaderIcon 1º MAIO 2018 - LUTAR PELOS DIREITOS! VALORIZAR OS TRABALHADORES!

1º MAIO 2018

LUTAR PELOS DIREITOS! VALORIZAR OS TRABALHADORES!

POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO!

 

Maio desceu a Av. Dr. Lourenço Peixinho até ao largo do Rossio! Correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, concentraram-se hoje, pelas 15 horas, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador.

 

Durante a manifestação - que foi animada, combativa e com força - decorrente do momento político e social que se vive no país e no distrito, os manifestantes gritaram diversas palavras de ordem designadamente:

  • Maio está na rua a luta continua!;
  • É justo e necessário o aumento do salário!;
  • Precariedade é injusta os jovens estão em luta!;
  • 35 horas - Para todos sem demoras!;
  • Contra a exploração a luta é solução!;
  • Direito à contratação está na constituição!;
  • O público é de todos! Privado é só de alguns!;
  • É preciso investir pró país produzir!;
  • Taxar o capital é urgência nacional!;
  • 40 anos a descontar - Reforma sem penalizar!;
  • Mais salários - Melhores pensões!;
  • Saúde, Educação e Segurança Social - É direito universal!;

 

Já no Largo do Rossio, João Ribeiro, dirigente da Interjovem, lembrou que Portugal mantém um nível muito baixo na qualidade do emprego e nos salários. Que nos últimos anos, mais de 80% dos novos contratos celebrados são precários.

 

Terminou, referindo que o governo do PS tem que ouvir os trabalhadores em particular o que os jovens trabalhadores reclamam e afirmou – Não há volta a dar! A precariedade e os baixos salários são para acabar!

 

Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos, afirmou que foi a luta dos trabalhadores que permitiu a reposição de direitos e rendimentos. É a luta dos trabalhadores que permitirá continuar e aprofundar essa reposição, a melhoria das condições de vida e de trabalho e uma política de Esquerda e Soberana e um Portugal com futuro.

 

Saudou a luta dos trabalhadores que contribuiu para derrotar o governo PSD/CDS, alterar a correlação de forças na Assembleia da República e dar inicio a um processo de reposição de rendimentos e direitos, de aumento dos salários, das pensões e dos apoios sociais e afirmou que, como os últimos dois anos mostram, este é o caminho para assegurar o crescimento económico e o progresso social.

 

Porque a luta é determinante, saudou a luta dos trabalhadores dos sectores público e privado,  de milhares de locais de trabalho, empresas e serviços, que não se conformam com as injustiças e desigualdades e têm lutado para travar medidas negativas e que, em muitos casos, conseguiram resultados positivos nas reivindicações pelos seus direitos laborais e sociais.

 

Terminou, afirmando que não há política de Esquerda com legislação do trabalho de direita, por isso, é tempo de lutar pelos direitos, de Valorizar os Trabalhadores, de aprofundar a reposição e conquista de direitos e rendimentos, a melhoria das condições de vida e de trabalho, por uma Política de Esquerda e Soberana, comprometida com os valores e ideais de Abril e por um Portugal com futuro.

 

No final, foi aprovada uma Resolução, onde os presentes assumiram o compromisso de intensificar a luta reivindicativa nos seus locais de trabalho tendo por objectivos: O aumento dos salários de todos os trabalhadores e a fixação do SMN em 650€, em Janeiro de 2019; A revogação da caducidade e outras normas gravosas da legislação laboral, a reintrodução do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador e a renovação automática das convenções; Pelas 35 horas para todos os trabalhadores; Pelo combate a todas as formas de precariedade; Pelo reforço e melhoria do acesso aos Serviços Públicos e às Funções Sociais do Estado; Pela reposição dos 65 anos como idade legal de reforma e o acesso, sem penalização, após 40 anos de descontos.

 

Decidiram, ainda, participar e contribuir para a organização e mobilização dos trabalhadores e demais camadas da população para uma grande Manifestação Nacional, a realizar no dia 9 de Junho, em Lisboa.

 

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 1 de Maio de 2018

 


 

PostHeaderIcon POSIÇÃO-SOBRE O ACORDÃO DA RELAÇÃO DO PORTO

POSIÇÃO
SOBRE O ACORDÃO DA RELAÇÃO DO PORTO


A CIMH – Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, após análise do Acórdão proferido pelos juízes Neto de Moura e Maria Luísa Arantes relativo ao recurso interposto pelo Ministério Público para agravamento de pena num processo de violência doméstica, não pode deixar de denunciar e rejeitar os termos e o conteúdo do mesmo.


Na verdade, os juízes desembargadores que subscreveram este Acórdão, em lugar de se limitarem à análise dos factos e à aplicação da lei e do direito ao caso concreto a fim de determinar se haveria lugar ao agravamento da pena já fixada em primeira instância, optaram por fazer uma caracterização moral de um facto marginal – a circunstância de a vítima, uma mulher, ter cometido adultério – para fundamentar a sua decisão, para mais com base em argumentos não jurídicos retirados de fontes como a Bíblia e os costumes de antigas civilizações e citações de um Código Penal datado do século XIX.


Em nosso entender, as afirmações que constam neste Acórdão são reflexo de uma certa imagem preconceituosa e dos estereótipos obsoletos relativos às mulheres que ainda persistem em certos sectores da nossa sociedade.


As opiniões expressas demonstram um total desrespeito pelas mulheres e constituem uma ofensa à dignidade humana, além de darem um péssimo contributo para aquilo que deve ser o papel e a imagem da justiça, agravando os reais problemas que já existem para muitos trabalhadores, homens e mulheres, e que passam pela dificuldade de acesso aos tribunais, pelos custos processuais incomportáveis, pela morosidade e pela ineficácia da justiça.


A CIMH/CGTP-IN considera inaceitável que nos tribunais portugueses continuem a ser proferidas decisões que atentam contra princípios fundamentais do Estado de direito consagrados na Constituição da República, reclamando das instituições competentes uma intervenção no sentido de que tais situações não possam repetir-se.


A CIMH/CGTP-IN